Melhores filmes europeus: 20 obras do cinema europeu que todo cinéfilo deve ver
O cinema europeu sempre foi o contraponto ao blockbuster americano: mais pessoal, mais lento, mais disposto a incomodar. Das nouvelles vagues francesas aos dramas italianos, alemães e escandinavos, estas são obras que ficam com você muito depois do fim.
Cinema francês
- Amélie (2001) — Jean-Pierre Jeunet desenhando um Paris cor-de-laranja mágico. Uma de las personagens mais amadas do cinema.
- Intocáveis (2011) — Drama franco-belga sobre amizade improvável. Um dos mais vistos da historia do cinema europeu.
- A Separação (2011) — Farhadi ganhou Cannes com este drama iraniano/francês sobre família e moral.
- Sans Soleil (1983) — Chris Marker fazendo ensaio filmado sobre memória e viagem. Singular.
- Hiroshima Mon Amour (1959) — Alain Resnais com Marguerite Duras escrevendo. O início do cinema moderno.
Cinema italiano
- A Vida é Bela (1997) — Roberto Benigni no Holocausto com humor e amor de pai. Chora e ri ao mesmo tempo.
- Cinema Paraíso (1988) — Nostalgia, cinema e Sicília. Uma das cartas de amor mais bonitas já filmadas para o cinema.
- Oito e Meio (8½, 1963) — Fellini autobiográfico sobre um diretor sem próximo filme. O mais citado como influência.
- O Leopardo (Il Gattopardo, 1963) — Visconti na aristocracia siciliana durante Risorgimento. Magnificente.
Cinema alemão
- Das Boot (1981) — Wolfgang Petersen num submarino da Segunda Guerra. Claustrofóbico e extraordinário.
- A Vida dos Outros (2006) — Stasi e vigilância na Alemanha Oriental. Um dos mais impactantes filmes sobre liberdade.
- Nosferatu (1922) — F.W. Murnau criando o cinema de terror. Preto e branco que ainda assusta.
- Cabeça de Apagador (Eraserhead, 1977) — David Lynch, mas financiamento alternativo alemão.
Cinema sueco e escandinavo
- O Sétimo Selo (1957) — Bergman com cavaleiro jogando xadrez com a Morte. O cinema existencial em imagem.
- Deixa Ela Entrar (Let the Right One In, 2008) — Terror sueco com vampiro adolescente. Tocante e perturbador.
- O Quadrado (The Square, 2017) — Ruben Östlund sobre um museu de arte e privilégio. Palma de Ouro em Cannes.
Cinema austríaco e belga
- Amour (2012) — Michael Haneke sobre um casal de idosos e o fim da vida. Devastador e honesto.
- O Pianista (2002) — Polanski sobre o Holocausto. Co-produção europeia com força devastadora.
Cinema espanhol
- A Língua das Mariposas (1999) — Caye Casas na Espanha pré-guerra civil. Visão de infância e política.
- O Orfanato (2007) — Produção espanhola de horror com coração emocional.
Por onde começar?
Acessível: Intocáveis ou Amélie. Para cinema-arte: A Vida dos Outros. Para clássico absoluto: Cinema Paraíso.
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